"quero ter alguém com quem conversar,
alguém que depois não use o que eu disse
Contra mim..."
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Quarta-feira, Janeiro 11, 2012
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Segunda-feira, Outubro 03, 2011
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Filme adaptado da peça de Shakespeare
A megera domada
"Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirige o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Ainda mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar"
postado por: JIRLENA SILVA 9:07 PM
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Sábado, Julho 23, 2011
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Autor: Desconhecido
Tradução: Robson Nascimento
"Os seus olhos encontraram os meus, enquanto ela caminhava pelo corredor olhando apreensivamente para dentro dos canis. Imediatamente, senti sua necessidade e sabia que tinha de ajudá-la. Abanei minha cauda, não tão entusiasticamente para não assustá-la.
Quando ela parou em frente ao meu canil, tampei sua visão para que não visse o que eu tinha feito, no canto de trás. Não queria que ela soubesse que ninguém ainda havia me levado para um passeio lá fora. Às vêzes, os funcionários do abrigo estão muito ocupados e não gostaria que ela pensasse mal deles.
Enquanto ela lia as informações a meu respeito, no cartão pendurado na porta do canil, eu desejava que ela não sentisse pena de mim, por causa do meu passado. Só tenho o futuro pela frente e quero fazer diferença na vida de alguém. Ela se ajoelhou e mandou beijinhos para mim. Encostei meus ombros e minha cabeça na grade, para confortá-la. As pontas de seus dedos acariciaram meu pescoço; ela estava ansiosa por companhia. Uma lágrima escorreu pelo seu rosto e, então, elevei uma de minhas patas para assegurá-la de que tudo estaria bem.
Logo, a porta de meu canil se abriu e o seu sorriso era tão brilhante que, imediatamente, pulei em seus braços. Prometi mantê-la em segurança. Prometi estar sempre ao seu lado. Prometi fazer todo o possível, para ver aquele sorriso radiante e o brilho em seus olhos.
Tive muita sorte dela ter vindo até o meu corredor. Há ainda tantas pessoas por aí, que nunca caminharam pelos corredores.. . Tantas para serem salvas... Pelo menos, pude salvar uma.
Hoje, resgatei um ser humano. "
postado por: JIRLENA SILVA 11:11 PM
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Quarta-feira, Julho 13, 2011
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....Saudade é basicamente não saber.
Não saber se ele continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Se aprendeu a entrar na internet,se aprendeu a ter calma no trânsito.
Se continua preferindo cerveja a uísque(e qual a cerveja)
Se continua sorrindo com aqueles olhos apertados,e que sorriso lindo.
Será que ele continua cantando aquelas mesmas musicas tão bem(ao menos eu admirava)?
Será que ele continua fumando e se continua adorando Mac Donald's?
Será que ele continua não amando os livros,e ela cada vez mais?
E continua não gostando de dar longas caminhadas,e ela não assistindo televisão?
Será que ele continua gostando de filmes de ação,e ela de chorar em comédias.
Será que ela continua lendo os livros que já leu?
Será que ele continua tossindo cada vez que fuma?...
Martha Medeiros
postado por: JIRLENA SILVA 5:46 PM
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Terça-feira, Maio 31, 2011
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Quinta-feira, 26 de maio de 2011
Lei fluminense que regula briga de galo é inconstitucional, decide STF
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional a Lei estadual nº 2.895/98, do Rio de Janeiro, que autoriza e disciplina a realização de competições entre “galos combatentes”. A questão foi discutida na análise da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 1856, proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e julgada procedente pela unanimidade dos ministros da Corte.
Para a PGR, a lei estadual afrontou o artigo 225, caput, parágrafo 1º, inciso VII, da Constituição Federal, “nos quais sobressaem o dever jurídico de o Poder Público e a coletividade defender e preservar o meio ambiente, e a vedação, na forma da lei, das práticas que submetem os animais a crueldades”. Conforme a ação, a lei questionada possibilita a prática de competição que submete os animais à crueldade (rinhas de brigas de galos) em flagrante violação ao mandamento constitucional proibitivo de práticas cruéis envolvendo animais.
Julgamento
Para o ministro Celso de Mello, a norma questionada está em “situação de conflito ostensivo com a Constituição Federal”, que veda a prática de crueldade contra animais. “O constituinte objetivou – com a proteção da fauna e com a vedação, dentre outras, de práticas que submetam os animais à crueldade – assegurar a efetividade do direito fundamental à preservação da integridade do meio ambiente, que traduz conceito amplo e abrangente das noções de meio ambiente natural, cultural, artificial (espaço urbano) e laboral”, salientou.
Ele recordou que este é o quarto caso similar apreciado pela Corte. Observou que a lei fluminense é idêntica a uma lei catarinense declarada inconstitucional pelo Plenário do Supremo no exame da ADI 2514. “A jurisprudência do Supremo mostra-se altamente positiva ao repudiar leis emanadas de estados-membros que, na verdade, culminam por viabilizar práticas cruéis contra animais em claro desafio ao que estabelece e proíbe a Constituição da República”, disse.
De acordo com o relator, as brigas de galo são inerentemente cruéis “e só podem ser apreciadas por indivíduos de personalidade pervertida e sádicos”. Ele afirmou que tais atos são incompatíveis com a CF, tendo em vista que as aves das raças combatentes são submetidas a maus tratos, “em competições promovidas por infratores do ordenamento constitucional e da legislação ambiental que transgridem com seu comportamento delinquencial a regra constante”.
Dever de preservar a fauna
“O respeito pela fauna em geral atua como condição inafastável de subsistência e preservação do meio ambiente em que vivemos, nós, os próprios seres humanos”, destacou o relator. “Cabe reconhecer o impacto altamente negativo que representa para incolumidade do patrimônio ambiental dos seres humanos a prática de comportamentos predatórios e lesivos à fauna, seja colocando em risco a sua função ecológica, seja provocando a extinção de espécies, seja ainda submetendo os animais a atos de crueldade”, completou Celso de Mello.
O ministro assinalou que o Supremo, em tema de crueldade contra animais, tem advertido em sucessivos julgamentos que a realização da referida prática mostra-se frontalmente incompatível com o disposto no artigo 225, parágrafo 1º, inciso VII, da Constituição da República. Ele citou como precedentes o Recurso Extraordinário (RE) 153531 e as ADIs 2514 e 3776, que dispõem não só sobre rinhas e brigas de galo mas sobre a “farra do boi”.
Esporte e manifestação cultural
O relator afirma que, em período anterior à vigência da Constituição Federal de 1988, o Supremo – em decisões proferidas há quase 60 anos – já enfatizava que as brigas de galos, por configurarem atos de crueldade contra as referidas aves, “deveriam expor-se à repressão penal do Estado”.
Assim, naquela época, a Corte já teria reconhecido que a briga de galo não é um simples esporte, pois maltrata os animais em treinamentos e lutas que culminam na morte das aves. O Supremo, conforme o ministro Celso de Mello, também rejeitou a alegação de que a prática de brigas de galo e da "farra do boi" pudessem caracterizar manifestação de índole cultural, fundados nos costumes e em práticas populares ocorridas no território nacional.
Celso de Mello ressaltou ainda que algumas pessoas dizem que a briga de galo “é prática desportiva ou como manifestação cultural ou folclórica”. No entanto, avaliou ser essa uma “patética tentativa de fraudar a aplicação da regra constitucional de proteção da fauna, vocacionada, entre outros nobres objetivos, a impedir a prática criminosa de atos de crueldade contra animais”.
Além da jurisprudência, o entendimento de que essas brigas constituem ato de crueldade contra os animais também seria compartilhado com a doutrina, segundo afirmou o ministro Celso de Mello. Conforme os autores lembrados pelo relator, a crueldade está relacionada à ideia de submeter o animal a um mal desnecessário.
Repúdio à prática
Os ministros, à unanimidade, acompanharam o voto do relator pela procedência da ADI. O ministro Ayres Britto afirmou que a Constituição repele a execução de animais, sob o prazer mórbido. “Esse tipo de crueldade caracteriza verdadeira tortura. Essa crueldade caracterizadora de tortura se manifesta no uso do derramamento de sangue e da mutilação física como um meio, porque o fim é a morte”, disse o ministro, ao comentar que o jogo só é valido se for praticado até morte de um dos galos.
“Os galos são seres vivos. Da tortura de um galo para a tortura de um ser humano é um passo, então não podemos deixar de coibir, com toda a energia, esse tipo de prática”, salientou. Ele também destacou que a Constituição Federal protege todos os animais sem discriminação de espécie ou de categoria. Já o ministro Marco Aurélio analisou que a lei local apresenta um vício formal, uma vez que “o trato da matéria teria que se dar em âmbito federal”.
Por sua vez, o ministro Cezar Peluso afirmou que a questão não está apenas proibida pelo artigo 225. “Ela ofende também a dignidade da pessoa humana porque, na verdade, ela implica de certo modo um estímulo às pulsões mais primitivas e irracionais do ser humano”, disse. Segundo o ministro, “a proibição também deita raiz nas proibições de todas as práticas que promovem, estimulam e incentivam essas coisas que diminuem o ser humano como tal e ofende, portanto, a proteção constitucional, a dignidade do ser humano”.
EC/AD
enviado pelo meu amigo Paulo bolinha, obrigada dear!!!
postado por: JIRLENA SILVA 2:28 PM
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Domingo, Março 13, 2011
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Espatódea (Nando Reis)
Minha cor
Minha flor
Minha cara
Quarta estrela
Letras, três
Uma estrada
Não sei se o mundo é bom
Mas ele ficou melhor
Quando você chegou
E perguntou:
Tem lugar pra mim?
Espatódea
Gineceu
Cor de pólen
Sol do dia
Nuvem branca
Sem sardas
Não sei o quanto o mundo é bom
Mas ele está melhor
desde que você chegou
E explicou
O mundo pra mim
Não sei se esse mundo está são
Mas pro mundo que eu vim já não era
Meu mundo não teria razão
Se não fosse a Zoé
Espatódea
Gineceu
Cor de pólen
Sol do dia
Nuvem branca
Sem sardas
Não sei quanto o mundo é bom
Mas ele está melhor
desde que você chegou
E explicou
O mundo pra mim
Não sei se esse mundo está são
Mas pro mundo que eu vim já não era
Meu mundo não teria razão
Se não fosse a Zoé
postado por: JIRLENA SILVA 3:19 AM
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É, chegou a hora de colocar o pé na estrada de fato!!Pela primeira vez vou sair deste meu "estado"........gosto tanto de viajar q nem sei direito pra onde vou e quando descubro preciso ainda saber pra onde primeiro:).Graças a uma promessa antiga e renovada muitas vezes, o primeiro destino é Alagoas e pra ser dividido com duas famílias de amigos....ai ai, Maceió, Arapiraca, Maragogi ,Penedo (sim virei praieira, n disse q seria rs)...ai ai, n posso andar todo o Estado, tenho q escolher.É isso, como diria um mestre meu, a angústia deste século vem das possibilidades! Pois é, chegou o tão esperado momento...e tenho q correr porque ainda quero ser mãe:).Mas mudando de p.(madeira) pra cacete rs, já tava até esquecendo-me dela.....sim, ela, a inspiração desse meu posto: a solidão.Antigamente, quando era mais sabida, eu pensava a solidão como a ausência de pessoas....naquele velhinho cujos amigos morreram todos e os poucos parentes o recanteavam. Pois é.....hj, menos poderosa, já que com menos ilusões, suspeito que a tão temida famosa solidão tem-se feito compreender.Mas foi Bacon quem disse que saber é poder!!Eu sinto doer o peito....de repente me vem a leve impressão de que não é preciso ficar velhinha para sabê-la.... e me parece que é bem pior que aquela solidão da ausência de corpos.Enquanto cazuza contava q seus heróis morreram de overdose....eu penso q os meus foram viver suas vidas, fizeram escolhas diferentes.Impressionante como nós valorizamos tanto a morte;qdo há mortes que imortalizam muito mais esperanças, e as minhas estão como pétalas, despedaçadas.É difícil se preparar para perder alguém para morte, mas talvez seja muito mais para vida.É a vida.....a vida é assim.....Outro dia eu ouvi alguém falando na tv que as vozes ficam no universo ecoando pra sempre e então o interlocutor comentou como seria interessante poder ouvir o que as pessoas que passaram por aqui falaram;mas a arte consegue imortalizar isto, mas e o que foi imortalizado
só em nós? O mestre Gandhi dizia que saber viver era mais importante que viver mais....sem dúvidas!!Há anos q busco esse manual.....é tão difícil!!!Sinto-me agora como uma mulher sem pátria e sem família....sem conhecidos...anônima como eu sempre gostei de ser na minha amada salvador, mas dentro de mim está super povoado de gente que não quer ficar, talvez isto seja solidão. A razão é uma grande ferramenta, mas eu não sei usar, só sei amar e amar e desamar é impossível! Ao mesmo tempo, entendo toda a dor daquele velhinho rodeado de netos de uma nova geração que não conheceu um tempo de uma sensibilidade e
que sonha em poder compartilhá-lo com eles a fim de quem sabe desenvolvam, talvez já isso não seja possível sem a imersão deles ou as condições já tenham se perdido além de si mesmo....respeito e simplicidade e coisa difícil meu Deus.A ausência de sensibilidade faz com que tanto o respeito como a simplicidade arrefeçam até a extinção. E qual o sentido de viver sem respeito? porque viver significa gozar de vida........e viver sem respeito é morrer em vida.Bom, depois eu volto pra tentar limpar meu peito porque depois q fiquei velha dei pra falar misturando as temáticas rs começo querendo falar de uma coisa e termino falando outra coisa q n tava no script, claro q nunca segui script aqui, mas já era pra eu ter melhorado e n piorado né? A lógica diz q sim, e como eu sigo o coração......... uma hora dessas eu me junto um pouco para brilhar pra quem merece:) respeito, simplicidade e axé pra vc rs !!
Que Deus abençõe e proteja todos os animais, e os outros amigos ao quais ofereço minhas reflexões, meus sonhos, meus pensamentos, meu tempo porque também pra mim, time isn't money.....tempo é amor!!!
postado por: JIRLENA SILVA 1:59 AM
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Terça-feira, Dezembro 14, 2010
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Quinta-feira, Setembro 16, 2010
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Carta ao jornalista
Olá Cabrine, acabei de ver o Conexão Repórter e gostaria de parabenizá-lo pela escolha de um tema tão importante e pouco divulgado nos meios de comunicação como o dos direitos dos animais.Mesmo que existem muitas pessoas que já tem conhecimento dessa indústria de crueldade e dentre eles também aqueles que participam como robôs desse sistema ao perder a sensibilidade, por outro lado, existem milhares que se quer algum dia se questionaram sobre o que acontece nos bastidores dessa indústria que patrocinam.Dessa forma, é fundamental que as pessoas conheçam esse outro lado de seus prazeres ou necessidades como queiram chamar.Mesmo que muitos não mudem seus comportamentos com essas informações é fundamental que alguns vejam a responsabilidade de seus atos e possam quem sabe refletir sobre a coerência deles com seus sentimentos.O primeiro passo para assegurar o direito desses seres sem voz é sem dúvida a conscientização de todos esses seres como você mesmo criticou, ditos racionais. Por isto, considero que um jornalismo que denuncia um mercado poderoso como este cumpriu dignamente seu papel.Quero terminar com uma frase de Paul Mccartney: "Se os matadouros fosse de vidro, o mundo seria vegetariano" . Obrigada Conexão Repórter,Obrigada Roberto Cabrine pela alegria desta noite!
Pouco ainda é o espaço que os animais têm na tv, mas iniciativas como esta me alegram, nessa reportagem que elogiei é mostrado várias das torturas e maldades que os animais sofrem, nas indústrias alimentares, nas rinhas e nos comércios e tráficos de animais!!!
postado por: JIRLENA SILVA 11:47 PM
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Sábado, Setembro 11, 2010
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0 galinhas 0 perus 0 patos 0 porcos 0 bois e vacas 0 ovelhas 0 coelhos 0 Número de animais mortos no mundo pela indústria da carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Esse contador não inclui animais marinhos, porque esses números são imensuráveis. | | |